Souvenir - Therese Fowler

Título: Souvenir
Autor(a): Therese Fowler
Editora: Objetiva (sumo de letras)
Páginas: 204
Classificação: 3. (Bom)
 
Em Souvenir, Carson McKay e Meg Powell são adolescentes loucos um pelo outro até que, aos 21 anos, ela anuncia que vai se casar com outro homem. Carson, atordoado, mergulha na música para afogar suas mágoas, o que acabará por fazer dele um grande astro do rock. Meg se entrega ao papel de esposa, mãe e dona de casa para o homem que, secretamente, salvou sua família da ruína. Duas décadas se passam até que as lembranças da juventude vêm bater com força à porta dos dois.

Não sou muito fã dos grandes dramas e dos romances arrabatadores, talve por isso eu não tenha achado esse livro ótimo. O outro motivo é que a escrita de Therese Fowler não tem nada demais. Faz quase dois anos que li esse livro e talve minha impressão seria diferente se eu lesse ele hoje, quando estou mais propicia ao romantismo, mas lembro de ter fechado Souvenir triste, mas sem nenhuma lágrima.

Carson e Meg são namoradinhos que cresceram numa cidade pequena - no norte da Florida - sem grandes esperanças. Visando o bem estar de sua familia, Meg anuncia o casamento com outro homem. Em breve ela se tornará a senhora Hamilton e o coração de Carson é despedaçado. Ele escolhe despejar suas angustias nas musicas e nas tietes e vive agora uma vida mucho loca. Meg, por outro lado, é uma dona de casa/medica que vê sua vida dar uma reviravolta quando algo começa acontecer com seu corpo. ~Hehe, ninguém sacou meu pseudo spoiler~ Há também a filha de Meg, Savannah, uma adolescente curiosa e afastada da familia que conhece um carinha na internet, mentindo sua idade e esse tipo de coisa. Savannah, como toda adolescente sedenda de aventuras, começa a se envolver cada vez mais e marca um encontro com o cara. Não pode rolar coisa boa, né.

Carson segue em frente também e escolhe alguém para se casar.  Savannah é fã de Carson e sem saber do passado dos dois, faz com que os dois se encontrem e retomam contado, e o destino deles é entrelaçado novamente quando Carson talve seja o unico que possa ajudar Meg. E se a única pessoa que pode ajudar você fosse aquela cujo coração você partiu?

Como se livrar de um vampíro apaixonado - Beth Fantaskey

Nome: Como se livrar de um vampiro apaixonado
Autor(a): Beth Fantaskey
Editora: Sextante
Página: 295
Classificação: 4. (Muito bom)

Casar-se com um vampiro certamente não estava nos planos de Jessica Packwood para seu último ano escolar. Mas quando um novo aluno esquisitão (e muito gato) chamado Lucius Vladescu aparece do nada, dizendo que Jessica pertence à realeza vampírica e está prometida em casamento a ele, futuro líder do clã mais poderoso dos vampiros, ela é obrigada a rever seus conceitos. Se a garota ainda nem beijou na boca, como pode sequer pensar em um compromisso eterno? Armada com uma autoconfiança recém-adquirida, Jessica passa por uma transformação drástica de adolescente nerd americana para princesa vampira europeia nessa sátira cheia de reviravoltas e surpresas.

Eu não imaginei que fosse gostar desse livro. Depois do sucesso da saga Crepusculo, as editoras foram lançando uma enxurrada de livros sobre essa temática e logo os vampiros, que eram seres misteriosos se tornaram maçantes. Em outras palavras, livros sobre vampiros encheram o saco já. Entretanto, como algumas resenhas tem o poder de mudar nosso preconceito com alguns livros, eu acabei comprando Como se livrar de um vampiro apaixonado.

A capa é linda, tenho que admitir. O título, por outro lado, é meio estranho. Eu tive a mesma impressão que outras pessoas, como se fosse um guia. Graças a Deus, não é. Como se livrar de um vampiro apaixonado conta a estória de Jessica Packwood (Antanasia Dragomir), uma garota normal que gosta de unicórnios. De repente, chega Lucius Vladescu, um suposto aluno de intercambio que anda com graça de sobretudo e tem uma pele muito pálida para ser considerado normal. Ele é um vampiro. Ohh, que surpresa.

Lucius chega e deixa logo saber o motivo de sua visita: Jessica é uma princesa vampira que foi destinada a se casar com ele em uma cerimonia quando eles eram ainda bebês. Quando completar a maturidade (ela tem 17 anos) ela terá de voltar para a Romenia e cumprir o destino que lhe foi destinado. É claro que ela se recusa. Jessica tem sua vida na sua cidade natal e obviamente não quer que um cara, por mais lindo e sexy que seja, venha e bagunce tudo. No meio do caminho, porém, entre presentes e jogos de sedução, Jessica começa a sentir algo por Lucius. Mas talvez seja tarde demais, talvez ele tenha gostado dos EUA e agora não tenha tanta certeza sobre casamentos.

Não tem muitas surpresas, mas é um livro bem divertido. Eu não esperava que fosse me conquistar. É bem escrito, repleto de tiradas sarcásticas (vindas de Lucius, porque Jessica, como toda adolescente, é meio neurótica) e de personagens bacanas. A Faith, uma garota que está afim de Lucius, ME deixou com ciúmes. Achei tão estranho, eu fiquei com ciúmes de uma personagem, gente, comássim. E eu ficava dando aqueles gritinhos baixos do tipo “não!, oh, não...” quando algo relativamente ruim acontecia. Adoro quando isso acontece.
Enfim, não é nenhum Entrevista com vampiro, mas é um livro bacana e divertido. Vale a pena.

Muito mais que uma princesa - Laura lee Gurhke

Título: Muito mais que uma princesa
Autor: Laura Lee Gurhke
Editora: Planeta (selo Essência)
Páginas: 341
Classificação: 5 (Ótimo)
“Sem conseguir tirar os olhos daquela boca deliciosa, Ian pensava que nenhum homem que conhecesse aquela moça se importaria com os requisitos convencionais de beleza. As damas da sociedade iriam falar horrores a seu respeito, mas, para qualquer homem que não fosse cego, Lucia Valenti era o mais puro deleite. Ian respirou fundo. Dava para entender por que o pai a tinha trancado num convento.”
“Ele não era nem pouco como ela havia imaginado. Enquanto descia a escada. Lucia pensou em Ian Moore como um sujeitinho melífluo, do tipo que se derretia em charme e dizia frases meladas que não significavam nada. Ao ver o diplomata britânico de pé ao lado da estante, porém, ela parou abruptamente. Tinha que admitir que ele era bem bonito para um inglês – e o seu ardente coração italiano não podia deixar de aprovar aquela esplêndida masculinidade.”
A primeira palavra que me veem a mente quando penso nesse livro é “delicioso”. Um romance histórico super bem escrito, sexy, com personagens (principais) bem desenvolvidos e por isso se tornou um dos meus preferidos. Devo deixar claro que ele é mais destinado ao publico adulto devido às cenas quentes e explicitas. Porém, devo ressaltar também que não é nada vulgar e de mau gosto, meninas. Ele só é diferente dos beijos água com açúcar que existem em vários romances.

Primeiramente, a capa é mega fofa e praticamente sugou a atenção de meus olhos assim que entrei na livraria. Uma das capas que eu mais gosto em meus livros, ela tem tudo a ver com o tema. A escolha do título foi igualmente boa. E se eu ainda não tinha certeza se levaria a partir das características citadas anteriormente, então a sinopse foi o que gritou para a mulher do caixa “Pronto, eu vou levar!”

Lucia é a filha bastardinha de um príncipe e uma cortesã famosa que nunca se habituou àquela aristocracia antiquada por isso passou maior parte de sua vida confinada em conventos e escolas de modo que ninguém soubesse de sua existência, não causando assim um escândalo. Por mais que seu pai – o príncipe de Bolgher– tome cuidado para que tudo relacionado á Lucia seja mantido em segredo, esse cuidado ainda não é o suficiente. Para livrar-se de Lucia e as constantes confusões que praticamente a seguem ele decide que ela deverá casar-se com algum nobre britânico de boa linhagem. O encarregado de conseguir isso é Ian Moore, um respeitado diplomata britânico. Lucia insiste em querer se casar por amor, mas Ian mantém-se contra, já que o homem que ela escolheria provavelmente não atenderia as exigências de seu pai. Assim, ela decide que o melhor jeito de conseguir o que quer, é seduzindo Ian.

Os diálogos de Ian e Lucia são repletos de provocações, o que me deixa sempre bem satisfeita. Lucia é teimosa, doce, inteligente e tentadora, mas Ian continua firme não se rendendo ás suas insinuações. Por algum motivo que desconheço, Ian Moore na minha cabeça era Hugh Jackman e quando um personagem másculo, forte, tentadoramente arrumadinho, cavalheiro e mais importante; britânico, tem a feição de Hugh Jackman você TEM de se apaixonar. Eu me pegava mordendo o lábio inferior querendo ser Lucia em diversas horas. Queria ter o poder que ela tinha com todos os homens, despertar aquelas reações. Queria afrouxar a gravata de Ian e bagunçar seu cabelo sempre impecavelmente arrumado.

Essa é a reação que Muito mais que uma princesa desperta em todas as leitoras. Ao menos é o que eu observei, enquanto discutia com umas amigas. O livro também tem cenas bem quentes, o que (surpresa!) me fez querer ser Lucia de novo. O intrigante é que Lucia passa o livro inteiro tentando seduzir Ian e no final, ele já a seduziu. E a mim também, devo acrescentar. A parte que ele a provoca na cama ou na carruagem deve ser insuportável.  Ian é o tipo de homem que sabe como lidar com uma mulher. Em todos os sentidos. Logo, você meio que se apaixona por Ian. E se apaixona totalmente pelo livro.
Só para deixar claro que eu não sou nota 5 para todos os livros. O fato é que como o blog está no inicio, eu comecei a resenhar os livros que eu mais gosto. Só para deixar claro, haha.

Eu sou o mensageiro - Markus Zusak

Título: Eu sou o mensageiro
Autor: Markus Zusak
Editora: Intríseca
Páginas: 318
Classificação: 5. (Ótimo)

 
Antes até de começar a entrar em detalhes sobre mim, acho melhor ir contando alguns outros fatos: 1. Quando tinha 19 anos, Bob Dylan já era veterano da noite do Greenwich Village, em Nova York. 2. Salvador Dalí já tinha pintado uma porrada de quadros sensacionais e se rebelado quando fez 19 anos. 3. Joana D’Arc era a mulher mais procurada e caçada no mundo quando tinha 19 anos, tendo criado uma revolução. Daí vem Ed Kennedy, também com 19 anos de idade... Um pouco antes do assalto lá no banco, eu já estava fazendo um balanço geral de minha vida. Taxista – pra conseguir este emprego, tive que mentir a idade. (É preciso ter no mínimo 20 anos.) Não segue carreira nenhuma. Não tem o menor respeito na comunidade. Porra nenhuma.
 Ed Kennedy, depois das primeiras 50 páginas do livro já entrou para o ranking dos meus personagens favoritos. Primeiro, porque acho que todo mundo pode se identificar com ele. Se você tem 19 ou, sei lá, 30 anos (ou 17, no meu caso) você se identifica com o fato de não ter um sentido concreto em sua vida. Segundo, porque ele é um cara super bem humorado, real, leal e despretensioso. Aliás, todos os personagens são reais e despretensiosos. 

Não lembro como fiquei sabendo desse livro, mas sempre tive vontade de ler. Procurei na livraria (Sim, no singular. Não, eu moro na capital mesmo.) e não encontrei e, depois de quase um ano, decidi comprar pela internet. A capa não é tão chamativa, mas o título é, sem dúvidas, instigante. Depois de ler percebi que não era o título.

Ed Kennedy tem 19 anos e nunca gostou de estudar, ele lia bastante, mas nunca fez faculdade, então arrumou emprego como taxista porque era o que ele podia fazer sem experiências previas e um diploma. Ele tem uma vida medíocre numa cidade que não tem futuro e tem amigos com suas vidas igualmente medíocres e um cachorro fedorento (chamado Porteiro) como companheiro. Já disse que o Porteiro é um animalzinho super camarada? Pois ele é, gente. O pai de Ed morreu devido a bebedeira e a mãe é uma mulher boca suja ressentida com o filho por nunca ter conseguido nada na vida.

Depois de evitar um assalto a banco e ter momentâneos 15 minutos de fama, Ed começa a receber cartas de baralho pelo correio com endereços/horários/nomes/charadas sem remetente. Em todos esses lugares a qual ele é mandado ele precisa fazer alguma coisa para a felicidade de alguém. Ele precisa fazer a diferença, mesmo que mínima, na vida de uma pessoa. E ele faz. Às vezes é fácil, como ler para uma velhinha solitária e às vezes, ele precisa dar uma surra em um idiota. 

O livro é instigante, interessante e misterioso. A escrita de Markus Zusak, aquele lindo, é super fácil e gostosa de ler. A leitura... flui, sabe? Para completar, o final do livro não é aleatório e só ok, tem uma moral, uma lição, uma mensagem para nós. Gosto de pensar que os leitores são uma espécie de carta que o Ed recebeu também, haha. Fora que a narrativa de Ed é divertidíssima! Enfim, amei, amei e amei. Super recomendo!

Anna e o beijo francês - Stephanie Perkins

Título: Anna e o beijo francês
Autor: Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Páginas: 286
Classificação: 5. (Ótimo)
— Você está recolocando todas as coisas que eu coloco no lugar ele aponta para minhas mãos, que estão arrumando o elefante não foi educado de minha parte entrar e começar a tocar suas coisas.
Oh, tudo bem. digo rapidamente, deixando de lado o personagem. Você pode tocar em qualquer coisa minha que quiser.
Ele congela. Um olhar malicioso passa pelo seu rosto antes que eu perceba o que acabei de dizer. Não quis dizer aquilo daquela maneira.
Não que aquilo seria muito ruim.
Sabe quando você fica olhando para um livro na livraria, tentando se decidir se leva ou não? Quer dizer, as vezes o livro não vale a pena e você acaba gastando dinheiro que poderia ter usado em um livro realmente bom. Foi aí que cometi o meu primeiro erro. Eu pensei: deve ser meio bobinho, a típica historia garoto lindo conhece garota deslocada. Se você não olhar atentamente, sim, é exatamente isso. Mas quando você lê, você é sugado para a SOAP (School of America in Paris) e os personagens se tornam seus. Sinceramente, não consigo explicar o quão doce e bem escrito esse livro é. A única coisa que se passa na minha mente nesse exato momento é: você devia ler. Sério.

Anna e o beijo francês conta a estória de Anna (jura, gênio?), uma adolescente que é obrigada pelos pais a estudar em um internato na França. Ela rejeita a ideia e implora para ficar, mas seus pais estão decididos. Contrariada a ficar na cidade (Atlanta) onde cresceu e viveu com seus amigos e família, Anna não têm alternativas e chega a Paria desiludida. Lá ela conhece um bocado de pessoas legais e pessoas-nem-tão-legais-assim.

A escrita de Stephanie é gostosa e fácil. Os capítulos são pequenos e passam com uma rapidez ávida. A capa é lindíssima e o titulo é bem legal também  com a ambiguidade (Beijo francês, para os americanos, quer dizer beijo de lingua). Os personagens são bem construídos e explorados. Sua vizinha de quarto é uma garota gente boa e fanática pelos Beatles (yay!). Um dos seus novos amigos é desenhista (yay!). Nós conhecemos o necessário de cada um deles e o suficiente para um gostinho de quero mais. Anna também escreve criticas de filmes em um blog, o que a aproxima de centenas de blogueiras por aí. E St. Clair... Ah, St Clair. Como começar a explicar?

Étienne St. Clair é o cara (fictício, já que Jude Law e Ulliel estão por aí) mais adorável, engraçado, doce e charmoso de toda a França. Ou de toda Europa. Primeiro porque ele é engraçado. Não do tipo “fazendo piadas o tempo inteiro”, mas bem humorado. Segundo porque ele é inteligente. Demais. E por ultimo, mas não menos importante: ele tem sotaque. Eu não conseguiria explicar a minha queda por sotaques. E o britânico (o sotaque de St. Clair) é o meu sotaque estrangeiro preferido! Não tem como ficar melhor que isso.

Tem sim. Eu tenho mania de associar as características descritas nos livros a alguém (geralmente famoso). Na minha cabeça, St. Clair tinha a aparência quase exata de Gaspard Ulliel (foto ao lado). As semelhanças vão da palidez e ao cabelo castanho propositalmente desalinhado e ao fato de que Ulliel é francês. E St. Clair é americano, que morou na Inglaterra, e que atualmente vive na França. Aí é convardia. Aí não tem como não se apaixonar.

Uma das únicas coisas que eu não gostei muito no livro foram as pessoas meio babacas, mas elas tinham que estar lá para dar mais enredo à trama. O fato de St. Clair ter uma namorada rendeu bastante discórdia. Também achei que faltou mais besos calientes. Just saying...

O que nos leva de volta até a ultima linha do primeiro paragrafo dessa resenha: você devia ler. Sério.

Nick e Norah - Rachel Cohn e David Levithan

Título: Nick e Norah – Uma noite de amor e musica
Autores: Rachel Cohn e David Levithan
Editora: Galera Record
Páginas: 220
Classificação:
 
 
Então eu, este baixista qualquer de uma banda de queercore mediana, viro-me para a garota de blusa de flanela que nem conheço e digo: - Sei que isso vai parecer meio estranho, mas poderia ser minha namorada pelos próximos cinco minutos? 

Pronto, o livro me ganhou bem aí. Fiquei imaginando o dia que um desconhecido bonitinho viesse e me pedisse isso. Muito gracinha e inocente, gente! Ah, Nick... Mas enfim. Li esse trecho através de um depoimento do Orkut (wow, isso ainda existe?) de uma amiga e me fiquei logo interessada. Comprei mais uma vez pela internet, já que não tinha (oh really?) na livraria da minha cidade e devo ter lido em algumas horas. Dá sim para ler um livro de 220 páginas em um dia quando a leitura é fácil e divertida.
Essa é a palavra chave para caracterizar Nick e Norah: divertido. Intercalando a narrativa, um capitulo na visão de Nick e outro na visão da Norah, os autores nos aproxima de ambos os personagens e seus pontos de vista. Assim a gente não fica dando razão para ninguém, do tipo “Porque o Nick não toma iniciativa logo?”, já que no capitulo seguinte nós vemos que talvez seja porque Norah não esteja dando dicas/indiretas suficientes. Ninguém consegue ler a mente de ninguém e o livro mostra como a mente de dois adolescentes pode ser confusa, caótica e urgente.
Nick, aquele lindo, é um garoto que dirige um Yugo acabado e toca baixo em uma banda de queercore e acaba de terminar (ser chutado faz mais sentido) pela namorada imbecil, Trish. Norah é filha de um renomado produtor musical que estava na boate para ficar de olho na sua amiga meio bêbada Caroline. Norah é uma espécie de rebelde sem causa e nenhum dos dois estava procurando por nada de especial naquela noite.
Depois da proposta da citação ali em cima e depois de um beso caliente, Nick e Norah embarcam numa noite/madrugada de “aventuras” para encontrar o show secreto de uma banda que ambos curtem. O livro é regado de referencias musicais - na maior parte do tempo, ótimas referencias, aliás -, palavrões e insinuações de sexo, mas nada explicito. São cenas bem inocentes, mas sem serem maçantes. Resumindo: é uma leitura fácil, divertida e gostosa.
PS; A capa é uma foto do filme que é estrelado pela Kat Dennings e pelo Michael Cera (você provavelmente viu ele na comédia Super Bad), um dos meus nerds preferidos. O livro é bem melhor, só para variar. Assista o thrailer aqui: