Comunicado: Pausa até janeiro

Oi, bonitinhos! Vou tentar ser breve, porque não tem muito o que explicar.

Eu ando meio desanimada com o blog. Provavelmente não tem muito a ver com vocês, eu só tô um pouco cansada do fim de ano. Tenho presentes para fazer/comprar; férias pra elaborar; - porque meu irmão voltou, yay - vontade de recuperar o sono perdido com estudos, que acaba sobrando pouco tempo pra cá. 

O fato é: eu amo escrever sobre os livros que leio, então parar de resenhar tá meio que fora de cogitação. Vou dar um tempo, adiantar a leitura e em Janeiro eu volto. Mas calmem, dia 01 de janeiro, provavelmente eu já tô de volta à minha rotina original e, consequentemente, ao blog! :)

Peço àqueles que seguem o blog por vontade propria e que comentam porque gostam, que acompanham por se interessar, perdão. Perdão e paciência. Não quero postar porcaria para encher espaço, já que a minha intenção sempre foi a interação e discussão a cerca dos livros.

É isso, adoro vocês e até semana que vem!

Na caixinha do correio #4 + resultado Ainda não te disse nada


Que saudade que eu tava de vocês, bonitinhos! A viagem foi muito chata, caso vocês estejam se perguntando. Eu saí bem apressada de casa – fiz uma postagem bem incompleta, até - e esqueci o cabo do notebook; no meu quarto não pegava sinal da Tim e a TV a cabo não era das melhores. Mas já passou, tô de volta a minha terrinha e ao meu blog lindo! :)

Quarta Na caixinha do correio com clima natalino, com direito a decoração de luzinhas e participação do meu tigrinho! O vídeo tá curtinho porque tinha pouca coisa para mostrar e não queria ficar tomando o tempo precioso de vocês falando uma porrada de coisas – apesar de gostar de ouvir a porrada de coisas dos videos alheios -. Continuo falando rápido, mas tô bem mais a vontade falando sozinha, yay, ponto para à esquizofrenia. Não, sério, vocês tão me ajudando com minha timidez. :)


Obrigada por assistirem!


Resultado da promoção Ainda não te disse nada
 

Ganhar um sorteio é ter sorte, mas ganhar dois sorteios no mesmo blog, na mesma semana, é agradecer à Iemanjá, “Padim ciço”, São Longuinho e por aí vai, hahaha. A Flavia Pacheco ganhou novamente! Quase nem acreditei quando vi o nome dela, mas gente sortuda é uma coisa né – invejinha -. Já mandei o email e você tem 48h para responder, de novo.

Filmes e series (por que assistir) - 50/50 + resultado promo 400 seguidores

Oi, gente! Então, eu estou indo para a Paraíba hoje para realizar a segunda etapa do vestiba da UFPB, daí estou bem sem tempo. Quando chegar no hotel, se tiver internet, dou uma passadinha por aqui. Volto terça. Beijos! :) UPDATE: Postei/saí apressada e esqueci de colocar o poster, a sinopse e o trailer. Mil desculpas! Espero que dêem uma chance, apesar da minha postagem mal feita, porque o filme é realmente muito legal!


Esse filme foi lançado nos EUA a pouquíssimo tempo e provavelmente nem irá aos cinemas aqui, no Brasil, mas o DVD será lançado em Janeiro. Quando vi o Joseph Gordon-Levith (nhac) no Hollywood One a One falando sobre seu ultimo filme, 50/50, eu soube que teria que baixar. O roteirista é um cara que passou por isso e decidiu escrever sobre, quando se curou. O nome do filme faz menção à porcentagem de chance que ele tem de sobreviver, 50%.

Na entrevista, Joseph dizia que temos uma tendência na nossa cultura a nos afastar disso, não sabendo se está tudo bem rir. Ele dizia que essa era a maior moral do filme; mesmo nas mais seriam circunstâncias, nos momentos mais escuros, há momentos que são engraçados. Eles simplesmente são e tudo bem relaxar e se soltar um pouco.

Apesar de ser intitulado comédia, o filme tem uma carga dramática. 

Inspirado em fatos reais. Adam (Joseph Gordon-Levitt) tem apenas 27 anos e descobre que está com câncer. O problema é que ele não fumava, não bebia e foi difícil entender porquê foi aparecer um tumor em sua vida. Mas para ajudar a enfrentar essa pedreira ele vai contar com a ajuda de seu melhor amigo Kyle (Seth Rogen), um cara muito alto astral, e também de uma analista (Anna Kendrick) que não é de se jogar fora. Dessa forma parece até que suas chances de sobrevivência em torno dos 50% não tão ruins assim. Será que não mesmo?
O filme sai no Brasil em 2012 e provavelmente terá o nome: 50%

Porque assistir: Não é o tipo de filme que te faz pensar no final, mas ele com certeza te faz pensar enquanto você assiste. Quando o Adam descobre sobre o tumor, a primeira reação dele é de descrença. - Veja o gif com quote abaixo. - Eu pensei que a minha seria exatamente igual, a gente nunca imagina que esse tipo de coisa vai acontecer conosco, não é? O estado de letargia em que Adam se encontra depois do diagnostico é bem real, também, como se não tivesse caído a ficha e só mais pro final que o medo começa a criar raízes.





Resultado da promoção de 400 seguidores, valendo um livro Lonely Hearts Club e poster dos Beatles.



Parabéns, Flávia! Mandei um email e você tem 48h para responder ou o sorteio será refeito. :)

Ainda não te disse nada - Mauricio Gomyde

Título: Ainda não te disse nada
Autor(a): Maurício Gomyde
Editora: Porto 71
Páginas: 230
Classificação: 3 (Bom)
Onde comprar: Site do autor
"Ninguém mais escreve cartas hoje em dia", Marina pensava. Até que um dia uma caiu em suas mãos por engano e mudou o rumo de sua vida. Levou-a ao lugar que ela sempre sonhou. E a conhecer o amor do jeito que nunca imaginou, da forma mais improvável do mundo...
 Como eu moro meio afastada da civilização, os livros geralmente demoram mais que o normal para chegar aqui em casa, o que aumenta a ansiedade e curiosidade. Ao ver todos os livros do parceiro ousado e atencioso, Mauricio Gomyde, chegando ao seu destino final - vulgo Casa das blogueiras - e num curto intervalo de tempo, resenhas postadas por toda a blogosfera; eu fiquei morrendo de vontade de ler esse livro. Afinal, não só ele tem uma capa clean e condizente com o tema, como a ideia é original e criativa.

Marina Albertini é uma mulher de 25 anos apaixonada por moda. Dona de um traçado impecável e do bom gosto essencial, ela passa seus dias trabalhando na agencia de correios, suas noites na faculdade e seu tempo livre desenhando croquis e com as amigas. Tecnicamente, ela é uma mulher como eu, como vocês, leitoras/blogueiras. Marina tem uma paixão e um sonho, como todas nós. Eu gostei especialmente desse fato, porque senti uma aproximação com ela, tínhamos algo em comum. Isso me permitiu criar uma afeição a mais pela protagonista.

Apesar de trabalhar no correio e passar seus dias selando cartas e encomendas, Marina se dá conta que é raro encontrar alguém que ainda escreva cartas a próprio punho, pelo prazer de esperar a chegada da resposta e imaginar o que sentiram, quando a leram. Quando uma carta “misteriosa” chega até ela, Marina imagina que foi o destino, tudo tem uma razão, e dá seguimento as correspondências.

Um fator interessante é que a sinopse deixa muito mistério e não sabemos ao certo o que esperar ao abrir as primeiras páginas. Além de ser um fator interessante, esse é um fator quase essencial no livro. É saboroso ter que ler e passar as páginas para entender a alma do livro. 

Ainda não tinha tido a oportunidade de ler O mundo de vidro, outro livro do Mauricio Gomyde, mas pude confirmar as resenhas extremamente positivas com relação à sua escrita. Mauricio consegue ser sensível, delicado, encantador, consegue transportar os sentimentos dos protagonistas para fora da página. 

Entretanto, eu não senti uma conexão forte com Ainda não te disse mais. Sinceramente, esperava me encantar e me apaixonar muito mais, com a estória. Talvez seja porque não sou uma romântica incorrigível, então não achei a estória de amor de M e H arrebatadora. Era doce e sensível, mas só. Apesar de saber que não tinha como, gostaria que o relacionamento amoroso no livro tivesse sido mais trabalhado, afinal, gosto de ler sobre as coisas que apaixonam as pessoas.

O ponto maior do livro, para mim, não eram as cartas. Eu não ficava ansiosa para ler o que H tinha a dizer; eu adorava saber da paixão de Marina. Gostava de saber que ela era apaixonada por desenhar e despejava seus anseios e frustrações no papel. Gostei bastante da amizade com Francesca e do relacionamento bacana que ela tinha com a família. 

Ainda sim, é um livro realmente muito bom, bem escrito e criativo!
 
Ao longo desse ultimo mês, a falta de tempo reinou e com isso, tive que ser mais seletiva ao escolher a postagem da semana. Apesar do Lembra um livro, ser uma mini gincana que eu gostei muito de criar e da participação de todos, reservar duas postagens por semana só para ele é uma tarefa meio complicada. Por isso eu vou reiniciar a coluna e aderir as ideias do Personagem Oculto, coluna do blog da Duda, Book Addict. Ao invés de uma postagem exclusiva, as fotos estarão no final de algumas postagens e o método de recolhimento das respostas será por formulário. Assim fica mais organizado e fácil. O prazo do resultado era 2 de novembro, mas está sendo adiado para 10 de janeiro. Quem responder a partir dessa postagem, já está concorrendo a um livro, ainda a ser escolhido. Espero que participem, é só dar um palpite!

     Leia as regras | Dê sua resposta
Update: O título do livro faz menção à um quote de John Lennon.

Trecho de terça #2


TRECHO DE TERÇA (do inglês Teaser Tuesday) é um meme adaptado de blogs americanos, cujo objetivo é postar um trecho sem spoiler do livro que estou lendo no momento. 
Cheguei em casa e fui direito a Minguinho.
— Xururuca, vim fazer uma coisa.
— O que é?
— Vamos esperar um pouco?
— Vamos. 
Sentei e encostei minha cabeça no seu tronquinho.
— Que é que nós vamos esperar, Zezé?
— Que passe uma nuvem bem bonita no céu.
— Pra quê?
— Vou soltar o meu passarinho.
— Vou, sim. Não preciso mais dele... 
Ficamos olhando o céu.
— É aquela, Minguinho? 
A nuvem vinha andando devagar, bem grande, como se  fosse uma folha branca toda recortada.
— É aquela, Minguinho. 
Levantei emocionado e abri a camisa. Senti que ele ia saindo do meu peito magro.
— Voa, meu passarinho. Bem alto. Vá subindo e pouse no dedo de Deus. Deus vai levar você para outro menininho e você vai cantar bonito como sempre cantou para mim. Adeus, meu passarinho lindo!
Senti um vazio por dentro que não acabava mais.
— Olhe, Zezé. Ele pousou no dedo da nuvem.
— Eu vi. 
Encostei minha cabeça no coração de Minguinho e fiquei olhando a nuvem ir-se embora.
— Eu nunca fui malvado com ele... 
Aí virei o meu rosto contra  o seu galho.
— Xururuca.
— Que foi?
— Fica feio se eu chorar?
— Nunca é feio chorar, bobo. Por quê?
— Não sei, ainda não me acostumei. Parece que aqui dentro a minha gaiola ficou vazia demais...
Olha eu malandra trazendo o TRECHO DE TERÇA como uma Fênix, renascido das cinzas, haha. Esse livro está na minha wishlist há séculos. Na verdade, foi “maínha” que me falou sobre ele, disse que leu quando moça – foi assim que ela disse, moça, achei tão bonitinho - e adorou. Comprei hoje, pela Saraiva. Vai demorar um tico para chegar, mas hoje eu precisava de umas palavras puras e doces como essas, daí baixei o livro e li algumas páginas. Não cheguei à esse trecho, mas é um que gosto bastante! 

É isso, bonitinhos, espero que se interessem pelo Meu pé de laranja lima a partir desse trecho. Quem não entendeu muito, mas ficou curioso: sinopse do Skoob para vocês.

Como um clássico inspira milhares

Um dos inúmeros significados da palavra “clássico”, que remete à literatura o caracteriza como uma obra ou autor que, pela originalidade, pureza de língua e forma perfeita, se tornou modelo digno de imitação. 

Ainda não li Orgulho e preconceito (leia a resenha no Perdida na estante), mas estou trabalhando nisso. Aliás, foi numa busca pela Saraiva/Submarino de um exemplar de preço acessível e bem acabado há alguns minutos, que me veio a inspiração deste post. 

Publicado pela primeira vez em 1813, terminado 20 anos antes, antes de a autora completar 21 anos. Jane Austen. 21 anos. Uma obra que resiste aos avanços tecnológicos, à sociedade preocupada demais com assuntos corriqueiros do dia a dia, à letargia de milhões de adolescentes quanto aos livros. E ainda sim, aos 21 anos, dois séculos atrás, Jane Austen imortalizou não só seu nome, como sua obra e sua capacidade de encantar. 

Infelizmente, por escolha minha, eu só posso imaginar quão fascinante deve ser a capacidade dessa mulher de conduzir o leitor ao mais puro deleite. E admirá-la por conquistar milhões de admiradores. Sempre tive interesse na obra, claro, mas passava dezenas de títulos antes dele, por falta de “paciência”. Eu tinha dezenas de provas para estudar, uma porrada de trabalhos para fazer, dramas e mais dramas e eu só queria me divertir, quando fosse parar e ler um livro. O que eu não percebi antes era: e quem disse que eu não posso me divertir com um clássico? Quem disse que um clássico não pode possuir uma linguagem fácil, mesmo que mais rebuscada? Talvez só precise de um pouquinho mais de atenção, de cuidado quanto à leitura.

Mas bem, estou perdendo o ponto.

O que pude constatar, também, é que a obra inspirou centenas de outros livros. Existe um numero imenso de livros cujas mocinhas são apaixonadas por Mr Darcy. Ou que dão finais alternativos à trama. Ou que constroem um enredo totalmente diferente, com os mesmos personagens. O Goodreads, por exemplo, está cheio deles. 

       
  Selecionei as capas mais bonitinhas e os titulos mais chamativos, para ilustrar o post.

Não posso dizer se são bons ou ruins, já que não os li. Alguns até possuem sinopses extremamente criativas, mas sabemos que isso nem sempre é o suficiente. Sinto-me tentada à ler alguns e outros acho uma perda de tempo. As resenhas e as notas dadas daqueles que já o leram só me confundem. Vão de extremos, enquanto a maioria da uma ou duas estrelas, existem pessoas dando cinco, sem dó. Comecei a me perguntar quantos eram realmente ruins e quantos eram só atormentados por amantes da obra original que não aceitavam estórias alternativas e quantos eram realmente bons e quantos só tinham um personagem charmoso e bem bolado (Mr Darcy)?

Para finalizar, pergunto aos fãs, admiradores e simpatizantes: incomoda alguém “mexer” nas obras de Jane Austen, dando reviravoltas diferentes e atos alternativos à trama original? Vocês tem um pouco de ciúme e não gostam de ver um autor vendendo simplesmente pela fama merecida da Austen? Ou não faz muita diferença? Acho que eu teria um pouco, se eu realmente gostasse do livro.

Alice no país das maravilhas - Lewis Carroll

Título: Alice no país das maravilhas
Autor: Lewis Carroll
Editora: Cosac Naify
Páginas: 165
Classificação: 3. (Bom)

Alice's Adventures in Wonderland (abreviado para "Alice in Wonderland"), é a obra mais conhecida de Lewis Carroll, sendo considerada obra clássica da literatura inglesa. O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai em uma toca de coelho e vai parar num lugar fantástico povoado por criaturas peculiares e antropomórficas. O livro faz brincadeiras e enigmas lógicos, o que contribuiu para sua popularidade. Carroll também faz alusões a poemas da era vitoriana e a alguns de seus conhecidos, o que torna a obra mais difícil de ser compreendida por leitores contemporâneos. É uma das obras escritas da literatura inglesa que tiveram mais adaptações na história do cinema, TV e teatro.
Esteticamente, esse livro é extremamente bem elaborado! Os cantos são arredondados, para dar impressão de cartas de baralho e todas as ilustrações presentes seguem esse modelo; foram feitas como recortes em cartas de baralho e colocadas ao final de um capitulo ou no meio, para ilustrar determinada cena. Como as criaturas são fantasiosas e um pouco difícil de imaginar, era ótimo poder virar a página e me deparar com um desenho bem feito e também meio onirico. O livro não tem orelhas e suas folhas são de papel couché fosco.

O legal Do livro é que além da estória que nos é contada, ao final dele temos a biografia do autor, um índice de todas as adaptações cinematográficas e um posfácio bem interessante explicando a verdadeira intenção de Carroll ao escrever Alice, levando em conta o momento histórico ao qual se encontrava: a mecanização da Inglaterra. Vejam só, Charles Lutwidge Dodgson – sob o pseudônimo Lewis Carroll -, pretendia imortalizar esse cenário mágico e fantasioso que é a infância, criticando a sociedade preconceituosa, intolerante e sua arrogância autoritária.

Levando em conta que é um livro infantil e infanto-juvenil que busca exercer papel de antidoto ao desbotamento da imaginação e da seriedade aborrecida da inteligência, eu diria que Carroll conseguiu o que queria! A maioria das criaturas do livro é como uma representação da sociedade arrogante e autoritária; queriam que Alice engolisse a verdade absoluta que eles ditavam e ela continuava questionando tudo, discordando e dando sua opinião.

Vou confessar que estive com um pé no chão ao longo do livro, por ser tudo tão confuso e sem sentido! Por muitas vezes Alice ficava dizendo “isso é tão confuso e curioso” e eu só tinha que concordar, porque a maior parte do que falavam não fazia exatamente sentido para mim. Foi só pela metade do livro - quase no final, na verdade - que eu me dei conta: Alice está sonhando. Isso é um sonho. Desde quando os sonhos fazem sentido, Deus?! Quando abandonamos esse preconceito com as fantasias oníricas da pequena Alice, conseguimos apreciar o livro mais.
" - Mas eu não quero ir parar no meio de gente maluca. - observou Alice.
- Ah, mas não adianta nada você querer ou não - disse o Gato. - Nós todos somos loucos por aqui. Eu sou louco. Você é louca.
- E como é que você sabe que eu sou louca? - perguntou Alice.
- Bem, deve ser. - disse o Gato. - ou então você não teria vindo parar aqui. "
Queria mostrar para vocês as lindas ilustrações do livro, por isso fiz esse vídeo abaixo. Como não sei acelerar a velocidade do vídeo, ficou um pouco comprido. Não quis cortar porque no final tem as melhores ilustrações. Assistam e me digam o que acharam!