Jogos Vorazes - Suzanne Collins

Deixem eu me apresentar primeiro. Meu nome é Carolina e eu sou amiga da Luana. Ela viajou e me encarregou de fazer alguma coisa para o blog (eu sei que ela está voltando amanhã e deve me matar por só ter feito hoje). E cá estou eu para falar de um livro, um dos melhores que li nesses últimos meses: Jogos Vorazes.
Jogos Vorazes foi lançado no Brasil em meados do ano passado, e desde então eu ouvi falar maravilhas dele na maioria dos blogs sobre livros que lia. Fiquei muito curiosa para ler e ver se o que diziam era realmente verdade.

Apesar de no inicio ter achado a leitura meio chatinha – não sei exatamente porque, mas a narração da Suzanne me lembrava “A Hospedeira”, o pior livro que eu já tentei terminar de ler em toda a minha vida – eu logo mudei de idéia e o li vorazmente (#fail), em apenas um dia, porque gente, ele é realmente M U I T O BOM!

Imagine a América do Norte, num futuro bem distante, transformada em um país arruinado chamado Panem. Este país é dividido em doze distritos que são comandados pela Capital. Como forma de punição por uma revolta ocorrida no passado, e de demonstrar seu poder sobre o resto carente do país, a Capital determinou que os distritos deveriam sortear todos os anos dois adolescentes (um menino e uma menina) para participarem dos Jogos Vorazes. Katniss Everdeen é a representante do Distrito 12 e participará 74ª edição dos Jogos.

Os Jogos funcionam da seguinte forma: Os participantes são colocados em uma arena, após uma longa cerimônia onde todos são exibidos para todo o país como se fossem apenas brinquedinhos da Capital. Nesta arena eles devem lutar pela sua sobrevivência, cada um por si. De lá só sairá um vencedor.

Suzanne consegue narrar a história de maneira absurdamente cruel e agonizante, não somente pelo fato de descrever atos violentos, mas sim, por conseguir nos passar todo o sofrimento de Katniss e dos outros participantes dos jogos. Para completar, Peeta, o outro representante do Distrito 12, diz-se apaixonado por Katniss (e aí fica a dúvida sobre o que ele pretendia com isso). Mas esse romance é impossível dar certo, afinal, apenas uma pessoa poderá sair viva da arena, não é mesmo? É aí que vem a Suzanne dando uma de esperta (ninguém sacou que ela decidiu mudar a história do nada), na minha opinião, esse foi o único ponto ‘negativo’ do livro.

Muita gente acaba confundindo o verdadeiro tema do livro. Passam a acreditar que fala sobre um romance, um amor impossível. Mas, antes disso, o livro fala sobre guerra, miséria, sofrimento e luta de uma nação pela liberdade.

Katniss é uma menina forte e determinada e, se ela foi parar nesses jogos, foi principalmente por amor a sua família. Desde cedo ela teve que cuidar da casa e ajudar sua mãe a criar sua irmã, todas as habilidades que ela mostra na arena ela já possuía, não foi uma coisa que aconteceu do nada, sem explicações, como ocorre em alguns livros, o que a tornou uma das minhas personagens favoritas.

Se você ainda não leu, está esperando mais o que? Jogos Vorazes está classificado como leitura obrigatória.

Jogos Vorazes será transformado em filme e deve chegar aos cinemas em 2012. Eu realmente espero que não seja mais uma decepção na minha vida. O elenco já está sendo escolhido e eu estou de certa forma gostando, não era o que eu esperava, mas eu confio na Suzanne e na equipe do filme.


"Matar ou morrer. Não há escolha. Na arena, o mais capaz vence. Que os jogos Vorazes comecem!"

Os treze porquês

Desde que li sobre esse livro, fiquei instantaneamente intrigada. A primeira coisa que pensei foi “ele deve ser, no mínimo, interessante”. Bom, some isso a dezenas de outras qualidades melhores ainda e você terá esse livro. Os treze porquês é, provavelmente, um dos livros mais fodas que já li. Tá certo que eu não estou estabelecendo um padrão muito elevado, mas ainda sim. O formato do livro é excepcionalmente incomum e você se apaixona completamente pelo tema. É curioso e o suspense está presente em todas as páginas. Em cada parágrafo, cada linha, tudo está interligado e você se torna prisioneiro da leitura. Você precisa terminar de ler, precisa saber do final mesmo que, tecnicamente, você já saiba.

Olá, meninos e meninas. Quem fala aqui é Hannah Baker. Ao vivo e em estéreo. Sem promessa de retorno. Sem bis. E, desta vez, sem atender aos pedidos da platéia. Espero que vocês estejam prontos, porque vou contar aqui a história da minha vida. Mais especificamente, por que ela chegou ao fim. E, se estiver escutando estas fitas você é um dos motivos. (Escute a narração da primeira parte em inglês apertando play >

Antes de ler o livro, eu encontrei um blog com alguns anexos realmente interessantes. Coisas como pequenos mapas ou fotos dos supostos colegas de classe da garota. Existem, também, treze fitas que foram gravadas por uma garota americana. Algo como um áudio book, mas só com as partes cruciais do livro. Antes de ler o livro, eu ouvi essa primeira parte que disponibilizei acima e fiquei apaixonada pela história. Quando li o livro, esse primeiro parágrafo soou na minha cabeça com a voz da garota. Como se Hannah Baker estivesse ali, do meu lado, sussurrando tudo diretamente em minha orelha.

Os treze porquês é um livro escrito por Jay Asher e publicado pela editora Ática. Conta a história de Hannah Baker, uma adolescente com alguns problemas com os quais não consegue lidar. Não são problemas catastróficos, se você pensar bem, são aquelas pequenas coisas que vão crescendo e crescendo num efeito bola de neve até um ponto em que você sabe que não aguenta mais. Hannah, então, resolve cometer suicídio, e deixar em fitas cassetes o motivo que a levou a essa decisão. Os motivos, devo dizer. Cada fita corresponde a uma pessoa diferente e cada pessoa corresponde a um motivo.

Sabe aquele livro que você lê em duas horas e sente aquele ciúme absurdo, mas ao mesmo tempo, quer gritar para o mundo inteiro “você precisa ler esse livro”? É exatamente o que acontece com Os Treze Porquês. Ele deixa você obcecada.




Infinite playlist: Regina Spektor, (cantoras fofinhas)


Infinite playlist será uma nova coluna mensal onde eu trarei uma pequena playlist para vocês conhecerem. Não é só as músicas que acabaram de lançar, mas sim, as que muita gente gosta. Cada uma terá, digamos assim, um "tema", como: musica para curtir, para dançar, cantoras fofinhas, rock, pop e etc. Colocarei cinco artistas ou bandas (durante um mês, ou seja; cada post é sobre um artista diferente), seguido de umas informações sobre elas e o link de cinco músicas. Logo, serão disponibilizados links de downloads de vinte e cinco músicas ao longo de um mês. Espero que vocês gostem!

A playlist da semana é das Cantoras fofinhas, aquelas músicas que você escuta em trilha sonora de comédias românticas. Elas estão, provavelmente, na trilha de algum filme que você gosta bastante.

Regina Spektor: cantora, compositora e pianista russa. Você possivelmente ouviu na trilha sonora de Malhação 2007, Crônicas de Narnia e A favorita. Ela tem um estilo unico, uma mistura de folk, punk, rock, judaica, russa,  hip hop,  jazz, e música clássica. Regina diz que ela trabalha duro para assegurar que cada música tenha um estilo musical próprio, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um estilo distinto para sua música como um todo. 


Essa linda também esteve na trilha sonora de 500 dias com ela, um dos meus filmes favoritos.
 

Quer ouvir? Eis as cinco musicas que separei:
Ne me quitte pas 

Renda-se

A renda, aos poucos, para de ser coadjuvante para se tornar peça principal.
Acho roupas rendadas sexys e femininas, e não sei porque, dá um ar vintage á combinação. Existe uma variedade de opções com as quais você pode combinar ou como pode utilizar as roupas de renda. Blusas, shorts vestidos, calças, saias.